Magnus derrota o JEC nos pênaltis e está na final da Supercopa


27/02/2026

(Foto: Edson Castro )

Por Lucia Chaves - Imprensa CBFS• Barueri | SP

Após empate em 3 a 3 no tempo normal e 1 a 1 na prorrogação, o Magnus venceu o JEC nos pênaltis, por 5 a 3, e está na final da Supercopa. Pepita converteu a última penalidade e garantiu a classificação paulista na decisão, nesta sexta-feira (27 de fevereiro), em Erechim. 

Agora, o Magnus aguarda o resultado da outra semifinal entre Traipu e Atlântico para conhecer o adversário da grande final. A decisão será neste sábado (28), às 19h, ao vivo na CBFS TV, BandSports, TV Cidade Verde, XSports e NSC Esporte. 

Primeiro tempo 

A primeira etapa começou equilibrada e com boas oportunidades para os dois lados. Ambas as equipes trabalhavam bem a bola e construíam boas jogadas, mas não conseguiam furar o bloqueio defensivo adversário e paravam nas boas defesas dos goleiros Matheus e Deko. 

Aos 13, após chute de Vagner, a bola desviou em Japa e morreu no fundo das redes, o gol foi confirmado para o camisa 20 do Atlântico, que abriu o placar para o Galo. Aos 14, Vagner, por pouco não ampliou o marcador com uma pancada de fora da área, mas a bola explodiu no travessão. 

Aos 15, uma confusão resultou em duas expulsões. Fernando, do JEC, e Carlinhos, do Magnus, foram expulsos. Fernando cometeu falta em Pepita e recebeu amarelo, após a falta, Fernando e Carlinhos se desentenderam e ambos foram expulsos com vermelho direto. Após a expulsão, o treinador Ricardinho pediu VS, contestando a expulsão de Carlinhos, após revisão no monitor, a arbitragem manteve a decisão de quadra. 

Ambas as equipes voltaram para o jogo com um jogador a menos por dois minutos. O JEC aproveitou a oportunidade para jogar com Matheus mais adiantado, atuando como goleiro-linha, mas não conseguiu converter em gols as oportunidades. Aos 17, o Magnus ficou estourado em faltas e teria que terminar a primeira etapa sem cometer mais infrações. 

Quando restavam 22 segundos para o fim da primeira etapa, o treinador Davi pediu VS, para uma possível expulsão de Joãozinho em um lance com Alves. Após revisão no monitor, foi mantida a decisão de quadra e não expulsão. E o Magnus levou a vantagem de 1 a 0 para o vestiário paulista. 

Segundo tempo 

Na volta do intervalo, Mendonça foi expulso pelo segundo cartão amarelo, após cometer falta em Matheus, e deixou o Magnus com um a menos por dois minutos. O JEC aproveitou a vantagem numérica em quadra e empatou em seguida, com Robinho, em bela triangulação de passes com Xuxa e Pedro Rei. 

O confronto era tenso, faltoso e repleto de cartões amarelos. Aos cinco minutos, em contra-ataque, Vagner balançou as redes e colocou o Magnus, mais uma vez, à frente do marcador. 

O JEC pressionava o Magnus em busca do empate, mas pecava nas finalizações. Aos dez, Vagner recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso, após cometer falta em Rufino. E, Mais uma vez, o time paulista ficou com um jogador a menos em quadra, por dois minutos. Com a vantagem numérica em quadra, Japa encontrou Robinho, que balançou as redes e deixou tudo igual novamente. 

Aos 11, o JEC ficou estourado em faltas e teria que terminar o jogo sem cometer mais infrações. No lance seguinte, o treinador Ricardinho pediu VS, para um possível cartão vermelho de Alves após falta em Rodrigo Capita. Após revisão, o camisa 5 do JEC foi expulso e foi anotado tiro-livre para o Magnus. Na cobrança, Rodrigo Capita balançou as redes, anotou o gol de número 500 com a camisa do Magnus e colocou o time paulista paulista, mais uma vez, à frente do marcador. 

Aos 14, foi a vez do Magnus ficar estourado em faltas, e as duas equipes teriam que terminar o jogo, sem cometer mais infrações. Aos 16, em uma rápida descida para a quadra de ataque, Xuxa encontrou Kelvin, que só empurrou para o fundo das redes e deixou tudo igual. 

Aos 19, Ricardinho pediu VS para uma possível expulsão de Japa em um lance com Lucas Gomes, após revisão no monitor, a arbitragem manteve a decisão de quadra. A primeira etapa terminou empatada em 3 a 3 e o jogo foi para a prorrogação. 

Prorrogação

As faltas são acumuladas para a prorrogação, então ambas as equipes voltaram para o jogo sem poder cometer mais infrações. O jogo no tempo extra era equilibrado e as duas equipes arriscavam chutes de fora da área, para buscar a classificação, mas não conseguiram converter em gols as oportunidades e a primeira etapa terminou zerada. 

Aos dois minutos, após bate-rebate na área, a bola sobrou para Pedro Rei balançar as redes e abrir o placar para o JEC. Após o gol sofrido, o Magnus voltou para o jogo com Joãozinho atuando como goleiro-linha e chegou ao empate com Dieguinho, aos três minutos. 

Aos quatro, Matheus salvou e ainda contou com a ajuda do travessão para impedir o que seria o gol da classificação paulista com um chute de Kaio Marinho. A segunda etapa também terminou zerada e o jogo foi para os pênaltis.

Pênaltis 

Antes de iniciar as penalidades, o árbitro principal da partida, Ricardo Messa, ativou o protocolo antiracismo, após acusação da equipe do JEC. O torcedor foi identificado pelo policiamento do local e encaminhado para a delegacia. Em seguida, a arbitragem trocou o lado que seriam cobradas as penalidades, para um local sem torcida. 

Nas penalidades, o Magnus converteu todas as cobranças com Rodrigo Capita, Dieguinho, Joãozinho, Lucas Gomes e Papita, e contou com o erro de Pinheiro, para garantir a classificação para a final.