Atlântico vence o Traipu na prorrogação e decide final da Supercopa contra o Magnus


28/02/2026

(Foto: Edson Castro )

Por Lucia Chaves - Imprensa CBFS• Barueri | SP

Em casa, o Atlântico está na final da Supercopa de Futsal. Após empate no tempo normal em 4 a 4, o time gaúcho venceu o Traipu por 1 a 0 na prorrogação e está na decisão. João Vitor (2x), Roni, Batalha e PL anotaram os gols da classificação, nesta sexta-feira (27 de fevereiro), em Erechim. 

O adversário do Atlântico da grande final será o Magnus que eliminou o JEC, nos pênaltis. A decisão será neste sábado (28), às 19h, ao vivo na CBFS TV, BandSports, TV Cidade Verde, XSports e NSC Esporte. O campeão da Supercopa garante vaga na Libertadores da América. 


Primeiro tempo 

Aos três minutos, João Vitor recebeu, carregou a bola, se livrou da marcação e chutou no contrapé do goleiro Thiago para abrir o placar para o Atlântico. Um minuto mais tarde, em uma rápida descida para a quadra de ataque, Gustavinho chutou rasteiro para deixar tudo igual. 

Aos oito, após passe de PL, Roni desviou de cabeça e colocou os donos da casa, mais uma vez, à frente do marcador. Aos 16, após chute de Guegue, a bola bateu no braço de João Vitor dentro da área, pênalti para o Traipu. Éric foi para a cobrança e deixou tudo igual. 

Aos 18, o Traipu ficou estourado em faltas e teria que terminar a primeira etapa sem cometer mais infrações. Quando restavam 23 segundos para o fim da primeira etapa, o VS foi acionado por Paulinho Sananduva, para um possível cartão vermelho para o goleiro Thiago, em um lance com João Vitor. Após revisão no monitor, a arbitragem manteve a decisão de quadra. 

Nos segundos finais, ambas as equipes solicitaram VS, para conferir o tempo cronometrado, após revisão, foi mantida a decisão de quadra e o primeiro tempo terminou empatado. 

Segundo tempo 


O Atlântico adotou uma postura mais ofensiva no início do segundo tempo, mas em uma cobrança de lateral, João Vitor desviou contra o próprio gol e virou  o jogo para o Traipu. 


O Galo seguiu pressionando, mas parava na ótima atuação do goleiro Thiago. Aos 13, em bela jogada de Batalha, o camisa 19 chutou cruzado e ainda contou com um desvio no meio do caminho para deixar tudo igual. 


Aos 15, Dudu, do Atlântico, foi expulso no banco de reservas após uma confusão para a cobrança de um escanteio. Aos 16, Batalha desviou a bola com a mão dentro da área, pênalti para o Traipu. Éric foi para a cobrança e colocou o Traipu, mais uma vez, à frente do marcador. 


Após sofrer o gol, o Galo voltou com João Vitor como goleiro-linha e chegou ao empate com PL, em seguida. Ao sofrer o empate, o Traipu pediu tempo técnico para organizar o time. O Atlântico seguiu pressionando e anotou o quinto com Roni, mas o cronômetro já havia zerado, então Paulinho Sananduva pediu VS, alegando um toque de mão de Pereira dentro da área. Após revisão no monitor, o pênalti não foi assinalado e o segundo tempo encerrado. 


Prorrogação


O Atlântico iniciou a prorrogação pressionando o Traipu, que se defendia e tentava explorar os contra-ataques. Aos três minutos, o time alagoano ficou estourado em faltas. Quando restavam 19 segundos para o fim do primeiro tempo, o Traipu cometeu a sexta falta, tiro-livre para o Atlântico. PL foi para a cobrança e Andrei defendeu a cobrança. 


A segunda etapa começou equilibrada e com um minuto jogado, foi a vez do Atlântico ficar estourado em faltas. Aos dois minutos, João Vitor balançou as redes e virou o jogo para o Galo. Ao sofrer a virada, o Traipu voltou para o jogo com Gustavinho como goleiro-linha, mas não conseguiu converter em gols as oportunidades e o Atlântico avançou para a final da Supercopa.